Sábado, 17 de Fevereiro de 2007

Aniversário vulcânico

Domingo passado foi meu aniversário e do Julio e na segunda-feira foi o do Andreas. O Julio inteligentemente pediu de presente uma guitarra que compramos através do site trademe.co.nz. É um site parecido com o Mercado Livre do Brasil. Fomos super bem atendidos e o Julio adorou o presente.

E eu, para ser diferente, decidi pedir de presente um passeio no dia do nosso aniversário e o Andreas concordou em compartilhar o presente comigo. Evidentemente tinha que ser bem especial e inesquecível. E de fato foi. Acho que não esquecerei tão cedo deste dia. Eu pedi que fizéssemos a caminhada no Parque nacional de Tongariro, que é muito comentada e bem recomendada. São 17 km de caminhada e pelo caminho pode se ver 3 vulcões: Tongariro, Ngauruhoe (Mt Doom, para os fãs do filme Senhor dos Anéis) e Ruapehu. Nossos amigos Rômulo e Jaça nos falaram que era uma trajeto fácil e a duração estimada é de 8 horas, mas poderia se fazer em menos tempo.

Saímos daqui no sábado na hora do almoço, passamos no mercado para comprar garrafinhas de água, barrinhas de cereais, frutas, chocolate, etc, para levarmos na caminhada. Chegando em Whakapapa fomos procurar um hotelzinho barato. No primeiro hotel fomos informados que teríamos que ter feito reserva. Aqui na Nova Zelândia é sempre meio complicado conseguir hotéis sem reserva. Mas até agora temos dado sorte. Conseguimos um quarto em um hotel e também já fizemos a reserva do serviço de transporte. Como a caminhada é só em um sentido, é preciso contar com este serviço para poder voltar até o ponto de partida. Depois saímos para tomar uma cervejinha e comer alguma coisa.

No outro dia acordamos cedo, pois a van nos pegaria no hotel às 7:45. Mochilas nas costas com muita água e protetor solar e lá fomos nós. Depois de uma subidinha leve, comentei com o Andreas que achava que a pior parte já tinha passado. Foi quando vi uma montanha gigante na minha frente e as pessoas quase “escalando” a dita cuja, de tão íngreme que era a subida. Bem, com tanta gente subindo, inclusive uns velhinhos de uns 70 anos, não poderia ser tão difícil, pensei. Quando chegamos na metade da montanha, precisei parar uns 10 minutos para descansar. O Andreas ficava tentando me animar e me mostrou que só faltava um pouquinho para chegarmos no topo. Me enchi de energia e continuei a caminhada. Quando chegamos no topo quase tive um treco ao perceber que tinha uma continuação da montanha. E isso aconteceu mais umas 2 vezes... quando eu achava que estávamos chegando no topo, tinha outra escondida atrás... Enfim, depois e eu parar para descansar umas 5 vezes, chegamos ao topo e agora continuaríamos em uma reta. O problema era que o chão desta reta era de areia, o que dificultava a caminhada. Só podia ser piada de mau gosto... Bem, acreditei que agora o pior já deveria ter passado. Paramos para descansar e comer alguma coisa, pois já era hora do almoço e depois de tirarmos umas fotos, seguimos a trilha. O trecho a seguir foi surpreendente. Pudemos ver a cratera de um vulcão ativo e alguns lagos de uma cor deslumbrante. Não é a toa que eles foram batizados “Emerald lakes”. O cheiro de enxofre era super forte e era possível ver a fumaça saindo do vulcão. Estávamos em um lugar tão alto, que parecia ser possível tocar as nuvens que cobriam o Tongariro.

Vendo as fotos e lembrando agora, realmente o lugar era fantástico. Pena que eu estava muito cansada, meus joelhos latejavam e meus pés estavam me matando e eu não estava conseguindo curtir muito o momento. O Andreas se esforçava para não demonstrar o cansaço, mas era evidente que ele também já não agüentava mais.

Do topo da montanha até chegarmos nestes lagos passamos por uma descida tão íngreme, que me deu vontade de descer sentada... Os bastões de caminhada que levamos me ajudaram muito. A Anabel levou um tombão nesta descida. Pena que não vi, pois os três, ela, o Felipe e o Julio, foram na frente e nos perdemos pelo caminho. O Felipe, sempre achando que está em uma corrida, queria chegar antes de todos e não poderia ficar esperando a mamãe idosa.

Depois de andarmos por uma longa reta, minhas pernas já tremendo e eu tentando andar de uma forma que meus joelhos suportassem, fomos surpreendidos por mais uma montanha. Essa felizmente era menor, mas mesmo assim quase morri para subir. Finalmente começamos a descer! Andamos, andamos, andamos, andamos e nada de chegarmos ao final. Já tínhamos caminhado 6 horas quando vimos uma placa indicando que faltavam 4 horas... Só não chorei porque não acreditei na placa. O pior era ver aquelas pessoas passando quase correndo por nós, inclusive uns velhinhos. E quando a trilha era estreita, eles pareciam estar fazendo pressão atrás de nós. Que coisa irritante para quem está tentando se equilibrar nos próprios joelhos... Entramos em um lugar que parecia uma floresta. Em um determinado trecho, tinha um rio muito bonito, limpo e abundante e ficava quase no mesmo nível do chão, muito próximo. O caminho seria magnífico para quem não estivesse com o corpo doendo e a cabeça latejando, pensando sem parar porque alguém teve a idéia tão estúpida de fazer este passeio. Eu tentava desesperadamente achar um jeito de pisar que machucasse menos os pés. Cheguei a pensar em andar descalço... E a dita floresta com o dito rio não acabava mais. Nós caminhávamos, caminhávamos e não chegávamos... Depois ainda começou a aparecer um milhão de escadas, para cima e para baixo. Parecíamos estar em um labirinto sem fim. Começou a me bater um desespero de tão cansada que eu estava. Comecei a pensar em que tipo de ódio que eu teria contra mim mesma para me auto-presentear com todo este sofrimento... Comecei a me sentir bêbada de cansada e falei para o Andreas que provavelmente eu deveria estar tendo um pesadelo e ele deveria estar cortando os dedos dos meus pés com um alicate para eles estarem doendo tanto daquele jeito. E eu que pensei em trazer minha mãe para este passeio!!! Nós estávamos descendo tanto que eu achei que poderíamos estar chegando ao inferno... Depois de 10 horas de caminhada, quase não acreditei quando ouvi a voz do Julio nos chamando. Enfim chegamos ao final desta tortura... O Felipe nos informou que o moço da van tinha ido contactar o pessoal do Guinness para registrar um novo record. Ninguém nunca anteriormente tinha levado tanto tempo para fazer esta trilha: 10 horas!... ;-)

Depois de tudo isso, ainda tivemos que enfrentar 4 horas de estrada para Wellington. As “crianças” estavam com fome e não achamos nenhum McDonalds aberto pelo caminho. Eu na verdade só queria mesmo era chegar em casa e dormir. Estava me sentido uma velha acabada. O meu consolo foi ver o estado da Pimentinha no dia seguinte. Estava pior que eu e não conseguia nem girar o pescoço.

Passei a semana tendo que ir trabalhar de rasteirinha, pois estava com bolhas nos meus minguinhos. Hoje é sexta e ainda estou sofrendo com a dor na panturrilha. Pelo menos isso foi uma boa desculpa para mim mesma para não ir para a academia. Descobri também no meu trabalho que ninguém de lá fez esta trilha. O Andreas também descobriu o mesmo no banco.

Na real, confesso que acho que valeu a pena. O lugar é muito bonito e eu me diverti muito rindo de mim mesma, do meu sofrimento e divertindo o Andreas com as minhas lamentações . Me senti uma verdadeira heroína depois de ter conseguido chegar ao final. Mas ficaram algumas lições aprendidas:

1. Fazer uma análise da altitude a ser percorrida no próximo planejamento de caminhada daqui a uns 2 anos;
2. “Caminho fácil” é um conceito muito relativo;
3. O melhor lugar para se passar o aniversário depois dos 39 anos é dentro de casa, de preferência bem longe das montanhas.

Quem quiser conferir mais informações, acesse o site: http://www.tongarirocrossing.org.nz/

Seguem as fotos da tortura:





Sol nascendo, início da longa caminhada...
















Esta foi a montanha mais complicada, aquela que acabou comigo. Afinal subimos aqui 800 metros distribuídos em 8 Kms.







Achei linda esta foto! No topo da montanha!



Emerald Lakes





Atrás e coberto de neve, o vulcão Ruapehu
Esta todo também ficou muito boa!






Olha a "Red crater"
Não estou me apoiando no Andreas à toa........
Notem a proximidade das nuvens










O famoso e lindo Ruapehu!!!!


















Esta foto dá uma boa idéia do caminho que fizemos: saímos lá debaixo e subimos até a cratera deste vulcão, passamos por estes lagos e ainda andamos mais uns 9KM...
















Mapa da região: saímos de Whakapapa e fomos até Ketetahi. Notem que tem até banheiro!




Este desenho mostra o quanto nós tivemos que subir e depois descer...







Terça-feira, 6 de Fevereiro de 2007

Visitante noturno

Aqui na Nova Zelândia os donos das casas geralmente não concordam que os locatários possuam animais de estimação em casa. Eu acho isso um absurdo, uma vez que quando você aluga uma casa, desde que você entregue a casa no mesmo estado que estava quando entrou, você deveria ter liberdade para ter o que quisesse dentro dela, inclusive animais de estimação. Também acho totalmente sem nexo já que uma criança pode fazer mais estragos do que um bichinho.


De qualquer forma nós temos matado a saudades do nosso Gato Gordo Cegueta com os gatos da vizinhança que sempre vêm nos visitar.

Mas esta semana nós tivemos uma surpresa quando encontramos um animalzinho muito diferente no nosso quintal. A Ana fotografou e fomos pesquisar na Internet para descobrirmos do que se tratava e constatamos que era um ouriço. Nós só tínhamos visto um no desenho animado Sonic que representa a espécie.


Vejam que bonitinho!!!

Sevens

Este final de semana a capital estava em festa devido a um campeonato internacional de rugby que trouxe para cá equipes do mundo inteiro. Chama-se "Sevens" porque diferentemente dos jogos tradicionais em que os times são formados por 15 jogadores, neste caso são apenas 7.

O mais interessante para nós pobretões, que não podemos comprar o ingresso por ser muito caro, foi ficar no centro observando o povo que vai ao jogo pois a maioria costuma ir fantasiado. Confiram as fotos.



Plantão médico (E.R.)






Empregadas

Mulher Maravilha
Bebezão de fraldas...

Policiais
Romanos


Flinstones
Vikings
Sei lá o que...
Idade da pedra






Olha o bebezão de novo


Sábado, 3 de Fevereiro de 2007

Felipe & Ana

Apesar do Felipe e da Ana estarem recebendo diversos retornos das empresas sobre as vagas para as quais eles se candidataram, a resposta acaba sendo sempre negativa. É muito estranho isso na NZ. Para ter uma oferta de emprego, precisa ter um visto de trabalho. Para ter o visto, precisa da oferta de emprego... Para sair desta sinuca, tem que ter muita determinação e vontade e eu tenho sentido que os dois andam muito acomodados e tem trocado o dia pela noite quando ficam jogando pôquer pela internet. Isso me preocupa pois o desânimo pode bater antes deles terem realmente tentado qualquer coisa...

Quando fui fazer a matrícula do Julio, levei os dois juntos. Conversamos com a orientadora sobre a situação deles e ela mesma não concorda com as dificuldades que o serviço de imigração impõe uma vez que o país precisa desesperadamente de mão-de-obra mas infelizmente ela não tinha nenhuma solução mágica na manga.

Agora estamos avaliando a alternativa dos dois começarem algum curso aqui para poderem tirar o visto de estudante. Sendo um curso em tempo parcial, eles terão direito a trabalhar até 20 horas por semana. O Felipe recebeu um material sobre um curso de “hospitality”, que prepara a pessoa para trabalhar em restaurantes e tem a duração de 40 semanas, isto é, quase 1 ano. Pode parecer uma bobagem, mas aqui na Nova Zelândia, como eles realmente levam a sério o turismo, esta atividade é muito requisitada e pode se ganhar muito bem. O problema é que o curso é bem caro. Uma outra alternativa será eles fazerem um curso de inglês. Vamos ver...

Escola do Julio

Ontem eu fiz a matrícula do Julio na escola. Aqui funciona assim, existem 3 matérias obrigatórias: inglês, matemática e ciências. As outras 3 ele escolhe entre uma lista de opções. Ele escolheu: drama (teatro), música e ciências da computação. A orientadora acha que ele pode achar um pouco chato esta última e ele está pensando em trocar por espanhol. Acho muito legal este esquema deles, da criança poder investir o tempo no que realmente tem interesse pois isso permite o desenvolvimento dos talentos que a criança possui e não se perde tempo em coisas que não interessam. Tem muita coisa que tive que aprender no segundo grau que eu detestava e nunca mais precisei usar. Química orgânica é um exemplo! Com certeza eu teria gostado e aproveitado muito mais no futuro, se pudesse ter usado o tempo que dediquei à esta matéria, estudando teatro, música, espanhol, ou qualquer coisa mais interessante. Dá vontade de voltar para a escola aqui.

Durante a matrícula fomos muito bem atendidos por uma coordenadora responsável por estudantes internacionais. Incrível a qualidade do atendimento considerando que a escola é pública... A mulher me deu até o telefone da casa dela caso eu tenha alguma dúvida durante o final de semana! Ela informou que no dia 22 terá um jantar na escola e os pais devem levar um prato típico do país de origem. Será que devo levar feijão com arroz???!! Acho que uma moqueca faria mais sucesso, mas não sei se consigo os ingredientes por aqui. Parece que não existe farinha.

As aulas do Julio começam na próxima quarta-feira, dia 7, pois dia 6 é feriado aqui. Ele me parece bem empolgado. Vai ser um grande desafio para ele mas com certeza muito bem recompensado. Até o final do ano o inglês dele será fluente e ele vai também poder desenvolver os talentos que ele já possui em música e teatro. Isso me deixa MUITO feliz!

Novos amigos

A Leninha, uma brasileira que conheci pelo orkut e o marido dela, um alemão que veio fazer mestrado em direito aqui, chegaram na semana passada e fizemos um churrasquinho para recepcioná-los. Eu já tinha simpatizado muito com ela nas nossas trocas de email. Mas pessoalmente ela ainda é mais simpática. Fiquei super feliz pois terei uma amiga aqui na NZ. Isso faz uma falta para mim que vocês nem imaginam...

No churrasco foi difícil coordenar as conversas pois todo mundo queria falar ao mesmo tempo. O marido dela comentou que nesta uma semana que ele está aqui, ele se sente mais em casa do que na Alemanha. Ele não gosta de morar lá. A Leninha comentou sobre como foi difícil para ela ir morar em um país cujo idioma ela não falava. Além disso, ela comentou sobre a diferença de cultura. Segundo ela, os alemães são muito diretos (às vezes até demais) e portando chocam os brasileiros que são acostumados a não falar o que pensam por educação. Ela comentou que eles são duros, ásperos mas por outro lado, quando você conquista a amizade de um alemão, você poderá realmente contar com ela em todos os momentos. Então eu descobri de onde vem o jeito direto do Andreas...

No churrasco a receita da maionese da minha mãe fez o maior sucesso pois o casalzinho adorou! O Andreas está me surpreendendo como churrasqueiro pois cada dia as carnes têm ficado mais saborosas. Também fiz um pudim de leite condensado como sobremesa.

Enfim foi um momento super gostoso no quintal da nossa casinha maravilhosa!

Novidades no trabalho

Oi pessoal! Minha vida está uma loucura! Estava sem fazer nada na empresa e de repente, um dos gerentes de projetos decidiu sair para voltar para a Inglaterra e eu fui alocada para ficar no lugar dele como gerente de PMO (escritório de projetos) de um programa muito grande e importante do governo. Envolve mais de 15 projetos e mais de 150 pessoas. Meu papel envolve muita comunicação pois sou responsável pelo controle dos riscos, solicitações de mudança (change requests) e pelo cronograma. Tenho que informar semanalmente o gerente do programa sobre a situação de cada um dos projetos. Obviamente isso requer contato com todos os gerentes de projeto. Portanto não sobra tempo nem para respirar!!!

Honestamente, não acho que estou preparada para este cargo já que estou longe de dominar o idioma, mas jamais poderia perder esta oportunidade. Afinal, será muito bom para o meu CV e com certeza ao final do projeto meu inglês terá evoluído muito. Claro que sempre tem o risco de eu falhar na tentativa e eles pedirem uma substituição. Avaliei esta possibilidade. Mas ainda assim preferi ao menos tentar, pois neste caso, também tem o risco de dar certo! Confesso que tenho alternado entre momentos de empolgação, quando eu me sinto crescendo profissionalmente, e momentos de completo pânico, como por exemplo, quando fui para uma reunião com mais de 30 pessoas esta semana.

Nesta reunião, nós apresentamos uma planilha com os requisitos funcionais do programa e os responsáveis deveriam confirmar o seu envolvimento. Acontece que nós projetamos a planilha e eu tinha que ir atualizando ali, ao vivo e a cores, todos vendo o que eu escrevia... Tive algumas dificuldades mas o pessoal me ajudou bastante e consegui vencer mais este desafio. No início da reunião, todos tiveram que se apresentar. Logo depois que eu falei meu nome, um colega, também do PMO e que estava coordenando a reunião, falou alguma coisa e todos deram risada. E eu não entendi o que era e portanto me senti super mal... Depois eu não tive dúvida, fui perguntar para ele o que ele tinha dito. E ele respondeu que tinha falado para o pessoal que eles teriam até a hora do café para decorarem meu nome. E ele adicionou: "é que teu nome é tão bonito, tão diferente desses nomes comuns que todos tem por aqui". Puxa, me senti lisonjeada. Detalhe: aprendi que eles acham bonito quando pronuncio o meu nome conforme eu pronuncio no Brasil e não com o sotaque inglês que faz parecer "Dinine". Tive bastante dificuldade em entender o que as pessoas falavam na reunião. Mas depois me dei conta que tive quase a mesma dificuldade na primeira reunião do projeto McInternet que gerenciei no Brasil, pela HP. E neste caso, todos falavam em português. Então acredito que além da dificuldade com o idioma, o que também pesa é estar por fora do escopo do projeto. Então, depois que eu começar a entender a sopa de letrinhas e o que abrange cada um dos projetos, as coisas ficarão mais fáceis. Vamos ver no que dá.

O ambiente de trabalho parece ser bem amigável. No PMO trabalha também um consultor da HP e mais 2 pessoas. No mesmo andar da nossa sala ficam a maioria dos gerentes de projeto que ficam o dia todo vindo esclarecer dúvidas e desabafar seus problemas... É incrível, tem coisas que são iguais não importa o país onde você esteja... ;-)

Enfim, aguardem as próximas notícias...